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Etimologia do kanji | 保 – 祝う

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保 (tamotsu – verbo que significa proteger, cuidar, segurar) Formado pela junção de dois kanjis pictográficos (象形文字 shokei moji): o lado esquerdo (人 hito = pessoa, gente) mais o lado…

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Fontes ideológicas das artes marciais japonesas

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O Japão sempre foi fiel aluno e profundo admirador da cultura da China e da Coréia. Importou da China o budismo, o confucionismo, as artes, a escrita, o sistema político, instrumentos musicais, usos e costumes. Os coreanos ensinaram a arte da fundição, da carpintaria e incentivados pelo príncipe Shotoku, a escrita chinesa kanji foi ensinada pelo mestre coreano Wang-I aos iletrados japoneses do século VI, como instrumento necessário para o aprendizado do budismo.

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Pequeno histórico do Japão antigo | O Período Yamato [大和時代] (300d.C.- 593d.C.)

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O período Yamato costuma ser divido em duas partes: Kofun e Asuka. O período Kofun é uma espécie de continuação do período Yayoi (300 a.C. – 300 d.C.), recebendo tal denominação em função da presença das grandes câmaras funerárias de pedra dessa época – talvez as mais impressionantes obras de arquitetura do Japão, mesmo que tenham sido construídas na sua Pré-história.

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O futuro da escrita ideogramática

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A exemplo das diferenças existentes entre o idioma de colonizadores e colonizados, observa-se hoje diferenças entre as escritas dos três países.

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O ideograma como linguagem

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O ideograma nos proporciona essa agudez imagética, no dizer de Eisenstein. É a imagem pictográfica que fala por si, e pela sutileza de sua concepção, nos mostra o dinamismo da emoção ali visível. É o significante que dispensa o significado e salta imediatamente para a significação, ou se funde à significação, desenhando a palavra que é ao mesmo tempo pintura e poema.

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Aspectos históricos, etimológicos e lingüísticos da escrita ideográfica – kanji

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Os registros arqueológicos mais antigos da escrita foram encontrados inscritos em ossos de animais e cascos de tartaruga. Havia a necessidade de se manterem registradas as fórmulas mágicas dos sacerdotes e a dos oleiros, em marcar suas obras.

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