natureza

Japão: tragédia e reconstrução I

150 150 Iochihiko Kaneoya

Na tarde do dia 11 de março, exatamente às 14:46 h, 2:46 h para nós, brasileiros (horário de Brasília), o Japão sofreu o mais forte terremoto na sua história (8,9…

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Fontes ideológicas das artes marciais japonesas

150 150 Iochihiko Kaneoya

O Japão sempre foi fiel aluno e profundo admirador da cultura da China e da Coréia. Importou da China o budismo, o confucionismo, as artes, a escrita, o sistema político, instrumentos musicais, usos e costumes. Os coreanos ensinaram a arte da fundição, da carpintaria e incentivados pelo príncipe Shotoku, a escrita chinesa kanji foi ensinada pelo mestre coreano Wang-I aos iletrados japoneses do século VI, como instrumento necessário para o aprendizado do budismo.

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Umi no Hi [海の日] | Dia do Mar

150 150 Haruna

No Japão, o mar tem sido homenageado desde dia 20 de julho de 1941, com a istituição do Umi no Kinenbi [海の記念日] (Dia Comemorativo ao Mar) pelo Ministério das Comunicações, correspondente ao dia em que o Imperdador Meiji, desembarcou no Porto de Yokohama a bordo do navio não militar, Meiji Maru, após uma viagem de Hakodate a Yokohama. Porém a data não era feriado, e a mudança foi uma maneira de expressar a gratidão ao mar pela contribuição para a prosperidade do arquipélago.

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Sumi-ê [墨絵]: a arte do essencial

150 150 Bruno Kaneoya

“Os elementos básicos do sumi-ê são três: simplicidade, simbolização e naturalidade. O sumi-ê é uma arte subjetiva. A expressão livre que brota por meio da cor sumi e dos movimentos do pincel reflete com serenidade o caráter e a personalidade do autor, induzindo-o ao prazer das descobertas”

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A civilização que inventou o ideograma

150 150 Iochihiko Kaneoya

No século XVIII, o mundo descobriu a China intelectual. Escreve Diderot: “esses povos são superiores a todos os asiáticos em antiguidade, arte, intelecto, sabedoria, política e gosto pela filosofia…”

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A alma do povo japonês | Conseqüência nas artes

150 150 Iochihiko Kaneoya

O japonês se sente respeitoso, grato, íntimo, uno à natureza. Sente gratidão respeitosa quando a usa para si. Se destrói árvores costuma erigir um pequeno santuário no local em agradecimento. Como primitivos indígenas, vive em harmonia com o meio em que vive.

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A alma do povo japonês | Xintoísmo

150 150 Iochihiko Kaneoya

É a religião primitiva do Japão. Baseia-se no culto da natureza, dos antepassados e das coisas do país.

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