pintura

Sumi-ê [墨絵]: a arte do essencial

150 150 Bruno Kaneoya

“Os elementos básicos do sumi-ê são três: simplicidade, simbolização e naturalidade. O sumi-ê é uma arte subjetiva. A expressão livre que brota por meio da cor sumi e dos movimentos do pincel reflete com serenidade o caráter e a personalidade do autor, induzindo-o ao prazer das descobertas”

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Ukiyo-ê: “pinturas do mundo flutuante”

150 150 Bruno Kaneoya

Ukiyo-ê são imagens do cotidiano registradas no papel através da xilogravura.

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A civilização que inventou o ideograma

150 150 Iochihiko Kaneoya

No século XVIII, o mundo descobriu a China intelectual. Escreve Diderot: “esses povos são superiores a todos os asiáticos em antiguidade, arte, intelecto, sabedoria, política e gosto pela filosofia…”

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O ideograma como linguagem

150 150 Iochihiko Kaneoya

O ideograma nos proporciona essa agudez imagética, no dizer de Eisenstein. É a imagem pictográfica que fala por si, e pela sutileza de sua concepção, nos mostra o dinamismo da emoção ali visível. É o significante que dispensa o significado e salta imediatamente para a significação, ou se funde à significação, desenhando a palavra que é ao mesmo tempo pintura e poema.

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A alma do povo japonês | Conseqüência nas artes

150 150 Iochihiko Kaneoya

O japonês se sente respeitoso, grato, íntimo, uno à natureza. Sente gratidão respeitosa quando a usa para si. Se destrói árvores costuma erigir um pequeno santuário no local em agradecimento. Como primitivos indígenas, vive em harmonia com o meio em que vive.

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