poema

O haikai, haicai ou haiku

150 150 Iochihiko Kaneoya

A forma de poesia haikai, ou haicai aportuguesado, haiku para os japoneses, de apenas 17 sílabas, é a composição de imagens que, como na linguagem cinematográfica, partem de um cenário geral para o particular, ou, como ensina Bashô, da “permanência” para a “transformação” ou “percepção momentânea” apenas sugerindo, mostrando de relance, cabendo ao leitor sua interpretação, “o que (interpretação do leitor) faz da imperfeição do haiku uma perfeição de arte”, como diz Yone Noguchi.

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Monaka [最中]

150 150 Haruna

Monaka [最中] é um doce japonês que consiste em uma fina camada de wafer à base de farinha de arroz e recheado tradicionalmente com anko (doce de feijão azuki).

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Seppuku [切腹] | O suicídio honroso

150 150 Bruno Kaneoya

Para o samurai, a perda da honra era algo inaceitável. Do que viver envergonhado, era preferível que se tirasse a própria vida e para isso existia o seppuku.

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A civilização que inventou o ideograma

150 150 Iochihiko Kaneoya

No século XVIII, o mundo descobriu a China intelectual. Escreve Diderot: “esses povos são superiores a todos os asiáticos em antiguidade, arte, intelecto, sabedoria, política e gosto pela filosofia…”

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O ideograma como linguagem

150 150 Iochihiko Kaneoya

O ideograma nos proporciona essa agudez imagética, no dizer de Eisenstein. É a imagem pictográfica que fala por si, e pela sutileza de sua concepção, nos mostra o dinamismo da emoção ali visível. É o significante que dispensa o significado e salta imediatamente para a significação, ou se funde à significação, desenhando a palavra que é ao mesmo tempo pintura e poema.

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